Το να ζεις είναι να αγαπάς.

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

As Palavras e o Silêncio

Há coisas que são perfeitas demais para serem descritas por palavras, é necessário admirá-las no silêncio para aprecia-las em toda a sua plenitude.

As grandes conversas servem, frequentemente, para confundir ou doutrinar, no entanto, o silêncio é mais esclarecedor que um fluxo de palavras.

"Uma mãe diante de um filho no berço! Ele consegue muito bem tudo o que quer sem dizer nenhuma palavra".

Na realidade, as palavras devem ser a embalagem das pensamentos, pois não vale a pena fazer grandes discursos para expressar os sentimentos do coração. Um olhar diz mais que um jorro de palavras.

Deus, na sua grande sabedoria, deu-nos apenas uma língua e dois ouvidos, para escutar muito e falar pouco.

Se as palavras não são mais bonitas que o silêncio, então é preferível não dizer nada, pois quanto maior e generoso é o coração, menos úteis são as palavras.

"As palavras verdadeiras não são sempre bonitas
As palavras bonitas nem sempre ao verdadeiras"

São necessários apenas dois anos para o homem aprender a falar 
É precisa toda a vida para ele aprender a aprender o silêncio.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Magnificas "cabeças"..............brilhantes mentes

ERNEST HEMINGWAY (1899-1961)

GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ (1928-)


JAMES JOYCE (1882-1941)

VIRGINIAWOOLF (1882-1941)

BERTOLT BRECHT
(1898-1956)

GILLES DELEUZE (1925-1995)

CARL SAGAN (1934-1996)

ITALO CALVINO (1923-1985)

FERNANDO PESSOA (1888-1935)

HERMANN HESSE (1877-1962)

ISAAC ASIMOV (1920-1992)

PABLO NERUDA (1904-1973)

JEAN-PAUL SARTRE (1905-1980)

EMILIO SALGARI (1862-1911)

VLADIMIR NABOKOV
(1899-1977)

ANDRÉ BRETON
(1896-1966)

SIGMUND FREUD (1856-1939)

BARBARA CARTLAND
(1901-2000)

KARL POPPER (1902-1994)

ALBERT CAMUS
(1913-1960)

MARGUERITE DURAS
(1914-1996)

WALTER BENJAMIN (1892-1940)

GEORGES PEREC
(1936-1982)

JUAN RULFO (1917-1986)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Da vontade à acção

Vontade: esta implica três coisas: a capacidade de querer, o acto de querer e aquilo que é querido ou pretendido em si mesmo.
Do ponto de vista académico, podemos fazer duas distinções; a) a simplex voluntas, que se refere ao fim que nos propomos; e b) a voluntas consiliativa, que diz respeito aos meios utilizados para alcançar aquele objectivo ou fim.
Então podemos concluir que vontade é a faculdade de querer algo, que implica admiti-lo ou rejeitá-lo. Há um primeiro passo: a apetência. É frequente ouvir entre as pessoas dizer «apetece-me» (vontade) ou «não me apetece» (noluntade).

A vontade como decisão significa que sabemos o que queremos e para onde vamos; caracterizam-na, portanto, três aspectos que fazem dela um todo:
          -Tendência. Anelo, aspiração, preferência por algo. É uma primeira fase que pode ser interrompida por circunstâncias do meio envolvente.
          -Decisão. Estão já presentes a distinção, a análise, a avaliação da meta pretendida, a clarificação ou esclarecimento do que se quer.
          -Acção. É o mais determinante: a pessoa pôe-se em marcha e vai à procura daquilo que quer.

TENDÊNCIA, mostra; a DECISÃO, concretiza, e a ACÇÃO põe em prâtica.

Por conseguinte, a vontade consiste em preferir, em escolher uma possibilidade entre várias outras.

Desejar é pretender algo, do ponto de vista afectivo, alguma coisa sentimental, que surge na vertente afectuosa da pessoa como um espécie de meteorito que invade as forças.

Querer é aspirar a uma coisa com intervenção da vontade, sendo depois capazes de concretizar e sistematizar objectivos.


Nisto podemos concluir que VONTADE é decisão e ACÇÃO!

Pequenos g.............. grandes s.......................

Pensava para dentro quando subia por entre um mundo desconhecido, "Poderei eu encontrar-me fora de mim?"
Que pergunta! Pensei eu "nunca me poderia encontrar a mim fora de mim mesmo".
Mas tudo mudou, quando me deparei com algo muito fora de mim.
Uma realidade tão diferente de um mundo tão normal, um sentimento tão profundo entre alguém tão banal como é a "espécie" humana!
Tudo decorreu como tinha de decorrer, nada estava previsto nem combinado......
No fim; no hoje; no amanha................ me lembro de um pequeno g........... pode tornar-se num grande s.........

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Para melhor compreenderes o que caminha contigo!


Características de quem se sente culpado
-Preocupação excessiva com a opinião dos outros; 
-Sente-se mal quando recebe algo, pois na verdade não se considera digno de aceitar o que os outros dão;
-Fala repetidamente sobre o que motivou a sentir culpa;
- Raiva reprimida;
- Dificuldade em assumir responsabilidade pelos próprios actos;
- Sente-se rejeitado;
- Responsabiliza o outro pelo próprio sofrimento;
- Sente-se vítima em algumas ou muitas situações;
-Geralmente pune-se ficando doente, ou por ser vítima de frequentes acidentes, ou seja, auto punições constantes;
- Dificuldade em expressar os sentimentos reais;
- Não consegue dizer “não”;
- Necessidade em agradar;
- Faz algo pelos outros e raramente para si mesmo;
- Não consegue administrar o tempo, pois está sempre sobrecarregado;
- Baixa auto-estima;
- Falta de amor-próprio.

Estas são, de entre muitas outras características, atitudes que podem ajudar-nos perante um confronto com alguém “culpado” e assim evitar certos comentários ou acusações.

Culpa, Culpabilidade e angústia!

Por norma e com muita frequência o conceito «culpabilidade» aparece na literatura unida ao conceito de «culpa», e por vezes ambas são usadas indistintamente como sinónimos. Em outras situações, com intenção de uma maior precisão, aparecem diferenciados e inclusivamente contrapostos. De facto, é um resultado menos equivoco utilizar o termo «culpa» para assinalar exclusivamente os aspectos objectivos da responsabilidade de uma acção ou omissão frente a uma norma legal, um principio moral ou um costume social, e utilizar o conceito «culpabilidade» para expressar a vivência que a culpa provoca na pessoa.
Ora, a culpa faz referência a uma realidade objectiva, seja judicial, moral ou social, enquanto a culpabilidade tem um carácter eminentemente subjectivo. Mas a relação entre culpabilidade não é uma relação automática entre ambas. A culpabilidade nem sempre é de acordo, por excesso ou defeito, com a culpa objectiva. É frequente que determinadas ocasiões ou omissões se vivam com indiferença apesar da culpa objectiva que entranham, e que outros factos sejam vivenciados com uma excessiva culpabilidade.
Muitas vezes a culpabilidade provoca sentimentos de angústia. Mas deve ter-se em conta que a angústia se distingue do medo na ausência de um objecto consciente que a cause. Esta é a principal característica. O sujeito vivencia um mal-estar interno ameaçante, que impede o exercício gozoso da sua existência, mas não é capaz de reconhecer a causa desse mal-estar. A psicanálise propõe que a angústia, como todo o fenómeno psicológico, tem uma causa real, porque se funde, neste caso, no seu inconsciente.
Assim, a angústia tem uma origem inconsciente, que a faz irracional para o mesmo que a sofre, daí que não exista possibilidade de uma resposta adequada, enquanto a causa permanecer no reino do inconsciente. Para a psicanálise o único caminho de solução é a análise do inconsciente com o fim de reconhecer a causa da angústia e poder assim encontrar um remédio.
 Da mesma forma analisava Freud, que aquando da análise dos seus pacientes estes revelavam, segundo ele, sentimentos de culpabilidade inconscientes, que se fundavam e tinham as suas raízes em experiências infantis.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

De mãos dadas

De mãos dadas e unidas sinto-te aqui a meu lado
e quando nos separamos, eis que fica aquela abertura deixada pela saudade
e vejo-te a olhar para o céu nublado e choras, como se fosse a ultima vez, e choras bem!

Num banco de jardim, tentas esquecer o que passou entre o tu e o "mim"!

And I want to see you whem I open my eyes again!

Na parede do teu quarto escreves letras que só tu entendes e olhando para elas
humedeces a travesseira onde descansa o teu rosto cansado!

Como a criança que brinca ao lado do rio e atirando pedras a agua e não as voltando a ver, perguntas: porque que tudo se afunda? Eu respondo-te: "tudo tem o seu peso e o seu destino". e voltas a chorar!

Quando chegares a casa, espreita por detrás da janela e verás para sempre naquele parque desconhecido, dois lugares para sempre vazios!

Trovar de morte

Quando se sente a morte?
Correm nas veias pedaços de gelo;
Na memória surgem as imagens daqueles que nos acompanharam,
Em tempos fugidos.

Parece sentir-se o som das pedras e o peso da terra que nos cobrirá!

Quem não ouve a harpa de Dagda?
Quem não conhece o cavalo que foi com o dono e vem sozinho? e carrega um letreiro que diz: "In nomine Filius Mortis"

E se está perto, sente-se já o portão a abrir, como se ela fosse uma pessoa!

Sentimos-nos a caminhar por um vale negro, em campos de amargura,

Tarde de mais, quando se vai, já se não volta!

Enquanto caminhamos já sem corpo,
Quando navegamos na terra,
Quando nos perdemos em lugares sombrios...... aí já questionamos a existência!

Ela chegue e não pede licença, entre, mata e leva o que se é.

Vamos para a Torre de Salvana, habitada pelos" Duendes do Relógio"...........

Já é tarde........eis o trovar da morte, caminhante no silencio!                            

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Bela Hypatia

Dorme, ó branca vítima, em nossa alma mais profunda,
Em tua mortalha de virgem e cingida de lótus;
Dorme! a impura fealdade é a rainha do mundo,
E nós mesmos perdemos o caminho de Paros.

Os deuses foram feitos em pó e a terra está muda:
Nada mais falará em teu céu abandonado.
Dorme! mas, vivendo nele, canta no coração do poeta
O hino melodioso da santa Beleza!

Só ela sobrevive, imutável, eterna.
A morte pode dispersar os universos tremulos,
Mas a Beleza reluz, e tudo renasce nela,
E os mundos ainda rolam sob seus pés brancos!

O vil Galileu golpeou-te e amaldiçoou,
Mas tu caíste maior! E agora, ai de mim!
O sopro de Platão e o corpo de Afrodite
Partiram para sempre para os belos céus de Hela!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Um som que sai de dentro

Oiço um cântico cantado por uma voz que soa na distância e umas outras, vozes mágicas de crianças, que cantam tão puramente, que fazem levitar a alma de quem é sensível.
Apetece-me viajar com o pensamento por todo o mundo, e apreciar tudo e todos desde a Ásia misteriosa até à  África ardente, passando pela Oceania desconhecida e pela Europa moderna; América do vício!

Entre estas vozes vou caminhando por estradas que me aquecem o andar e as árvores das bermas vão-me dizendo: eis um peregrino de aventura!

Mas todo o tempo é pouco para quem quer conhecer tudo, sendo assim limito-me a conhecer quem me rodeia. talvez já seja um trabalho árduo!

Agora que acabou a música, acho que também acabou o apetite para escrever!

Enfim............

sábado, 1 de janeiro de 2011

Tu que és já subordinada, querida quimera!

És a dona da quimera

dona dos meus dias,

dos meus pensamentos,

da minha alma...

Por ti eu vivo,

canto,

sonho,

espero e me encanto.

És meu querer,

tens o que preciso...

Teu beijo... sopro de vida,

tua voz... o acalanto,

teus braços... o meu refúgio.

Encontro-te no sol

e nos dias de chuva.

Quero-te

nas noites quentes de verão,

nas frias, de inverno

e entre as flores de qualquer estação...

Sonho-te

e sei-te o gosto.

Sinto-te o calor,

acaricio teu rosto.

Sinto saudades...

À tua espera,

todo meu ser transborda em amor,

numa intensidade que não se explica.

Onde buscar-te adorada?

No horizonte?

Nas brumas das manhãs?

Por que te sinto

tão forte e tão perto

e assim te necessito,

se nunca te vi?

Tua presença ausente

me confunde entre o que sou

e o que preciso.

Sei apenas que és real

e real é meu sentimento...

Virás... Pressinto!

Porque assim se torna a vida mais feliz!

Uma distancia......
Um encontro.....
Um sonho....
Uma conversa....
Um bem-estar....
Um relacionamento....
Uma amizade....
Um amor.....

Parece-me ser assim que se inicia uma relação, algo que começa bem longe e que acaba bem perto. Viver a vida é magnifico se a soubermos viver. Perder oportunidades? Para quê!

Aproveitar cada dia é optimo, cada hora é explendido, cada minuto é magnifico e cada segundo é unico
.
Enfim, aproveite-se o Tudo, o Todo, o Tempo!

Cada gota de água que cai lá dos céus é uma aproximaçao entre pessoas que se fundirão na amizade e no silencio de um entendimento!

Vive e brilha como as estrelas que brilham e vivem!

Porque assim se torna a vida mais feliz!